A chamada Dieta Planetária, ou Dieta EAT-Lancet, o mais conhecido exemplo de dieta sustentável, favorece não só o meio ambiente, mas a saúde. A forte presença de frutas, hortaliças, grãos integrais, oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas...) e leguminosas (feijões, ervilha, lentilha, grão-de-bico e afins) parece estar por trás dos benefícios.
Esses alimentos são ricos em fibras, gorduras benéficas, sais minerais e vitaminas, além de substâncias de ação antioxidante. Estudos já evidenciaram que a maioria desses componentes atua no equilíbrio das taxas de colesterol, do controle glicêmico, da pressão arterial e no combate às inflamações, entre outros efeitos cardioprotetores.
O destaque vai para as fibras, as gorduras mono e poli-insaturadas, os minerais como o magnésio, além dos compostos antioxidantes, caso dos polifenóis e dos carotenoides que dão cor aos vegetais.
Também conta pontos a favor a diminuição do consumo de carne vermelha, que geralmente é rica em gordura saturada, cujo excesso tem sido atrelado ao aumento do risco cardiovascular.
Há outros benefícios relacionados aos padrões alimentares sustentáveis. Esse tipo de dieta costuma conter alimentos de baixa densidade energética e, por isso, pode auxiliar no controle do peso. Há ainda indícios de que o cardápio ajude a afastar alguns tipos de câncer, como o de intestino.




