Não existe alimento melhor para o recém-nascido do que o leite materno. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde recomendam que toda criança seja alimentada apenas por meio da amamentação nos primeiros seis meses de vida
Durante toda a gestação, hormônios femininos vão preparando o corpo da mulher para amamentar. As mamas ganham volume porque internamente se modificam para a produção do leite.
Logo após o parto, a mama produz colostro, um líquido espesso e amarelado, rico em anticorpos maternos que ajudam nas defesas imunológicas, protegendo o bebê contra infecções. O colostro se modifica para o leite de transição entre o 5.º e o 7.º dia após o parto e, ao final do primeiro mês, o leite é chamado de maduro devido à estabilização de seus componentes.
A composição química do leite materno (proteínas, gorduras, carboidratos e sais minerais) é adequada às necessidades do bebê e independe do estado nutricional da mãe, exceto em casos de desnutrição grave.
A digestão do leite materno é fácil, o aproveitamento dos nutrientes pelo organismo do bebê é melhor e mais rápido quando comparado às fórmulas lácteas. A sucção promove estimulação oral e ajuda a desenvolver os dentes e os músculos da face.
A amamentação também traz excelentes benefícios à mulher, pois favorece o vínculo com o bebê, promove a involução uterina, reduz o risco de sangramento no pós-parto e anemias, e facilita o retorno do corpo materno à sua forma original pelo gasto calórico. Enfim, amamentar é tudo de bom!






