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Betametasona: para que serve esse corticoide e quem deve usá-lo?

Atualizado em 24/03/2025
Tempo de leitura: 1 minutos

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Cuidados com a pele: hidratar é essencial para mantê-la saudável e protegida

A betametasona é um tipo de medicamento do grupo dos corticoides, que entre suas ações, atua ativando substâncias naturais da pele, o que pode ajudar a reduzir quadros de inchaço, vermelhidão e coceira

Ela costuma ser indicada para tratar doenças como a psoríase e o eczema, bem como para aliviar os sintomas de ressecamento, formação de crostas, descamação e desconforto ocasionado por várias condições dermatológicas - indicações essas de uso por determinado tempo, de acordo com a avaliação médica adequada.

O tratamento com a betametasona tende a ser mais forte do que com outros princípios ativos, como a hidrocortisona. Por isso, ela é geralmente prescrita para casos mais graves ou aqueles em que os outros medicamentos não obtiveram sucesso.

Como usar a betametasona

Esse fármaco pode ser encontrado nos formatos de creme, pomada ou loção. Vale lembrar, no entanto, que ele é comercializado com tarja vermelha, o que significa que só pode ser vendido mediante a apresentação de uma receita médica. 

É nesse documento que o paciente vai encontrar as instruções de uso da betametasona, com indicações de dose, frequência e número de dias. Automedicar-se nunca é recomendado.

Toda vez que aplicar o remédio na pele, lembre-se de lavar bem as mãos depois (exceto se elas forem as regiões em tratamento). Caso entre em contato com cortes ou com os olhos, por exemplo, pode causar ardência ou dor.

Efeitos colaterais

Dentre os possíveis efeitos colaterais da betametasona estão:

  • Ardor;
  • Coceira;
  • Irritação;
  • Vermelhidão;
  • Ressecamento da pele;
  • Acne;
  • Mudanças na cor da pele;
  • Formação de hematomas;
  • Aparição de pequenas saliências vermelhas ou brancas.

Contraindicações

O uso da betametasona é contraindicado para indivíduos:

  • com histórico de reação alérgica a qualquer um dos seus ingredientes; 
  • lactantes;
  • diagnosticados com catarata, glaucoma, diabetes, doença hepática ou problemas nas glândulas suprarrenais;
  • com cortes na região afetada.

Revisão técnica: João Roberto Resende Fernandes (CRM-SP 203006/RQE 91325), médico do Pronto Atendimento e Corpo Clínico, especialista em Clínica Médica do Hospital Israelita Albert Einstein.

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