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Butilbrometo de escopolamina: saiba como age e possíveis efeitos colaterais

Atualizado em 07/08/2025
Tempo de leitura: 1 minutos

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O butilbrometo de escopolamina, também conhecido como brometo de N-butilescopolamina ou butilbrometo de hioscina, é um tipo de medicamento antiespasmódico

O butilbrometo de escopolamina, também conhecido como brometo de N-butilescopolamina ou butilbrometo de hioscina, é um tipo de medicamento antiespasmódico que funciona como relaxante muscular dos tratos gastrintestinal e geniturinário. Ele costuma ser indicado para aliviar cólicas, sejam elas decorrentes de gastroenterites e também aquelas associadas à síndrome do intestino irritável (SII).

Como usar o butilbrometo de escopolamina

Disponível nos formatos de suspensão oral, comprimido, drágea, solução oral e injeção (para uso hospitalar), o butilbrometo de escopolamina é classificado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como um remédio de venda livre. Isso significa que ele pode ser vendido nas farmácias sem necessidade de apresentação de receita médica.

Contudo, vale lembrar que a automedicação não é uma prática recomendada. Para ter a certeza de um tratamento completo e eficiente, siga sempre a orientação de um médico. 

Efeitos colaterais

Os efeitos colaterais do butilbrometo de escopolamina são raros, mas quando aparecem podem se manifestar na forma de:

  • Boca seca;
  • Constipação;
  • Visão turva.

Mais raramente, os indivíduos em tratamento com o remédio podem apresentar aumento da frequência cardíaca e dificuldade para urinar. Nesses casos, recomenda-se interromper o uso e procurar ajuda médica. Se necessário, acione o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) pelo número 192.

Contraindicações 

Em razão de seus possíveis efeitos colaterais, o remédio pode não ser seguro para algumas pessoas. Busque informações com seu médico antes de iniciar o tratamento, caso você tenha histórico de:

  • Reação alérgica ao butilbrometo de escopolamina ou a qualquer um de seus ingredientes;
  • Glaucoma;
  • Intestino dilatado ou bloqueado;
  • Miastenia gravis;
  • Sangue nas fezes;
  • Sangramento ou corrimento vaginal;
  • Frequência cardíaca muito rápida;
  • Dificuldade para urinar;
  • Hipertireoidismo;
  • Certos problemas digestivos, como constipação grave ou colite ulcerativa.

Revisão técnica: João Roberto Resende Fernandes (CRM-SP 203006/RQE 91325), médico do Pronto Atendimento e Corpo Clínico, especialista em Clínica Médica do Einstein Hospital Israelita.

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