Agora que você já sabe de tudo isso, é hora de entender o que o paciente pode fazer além de tratar a fome emocional na Psicologia com exercício mental.
O primeiro ponto envolve a compreensão do próprio problema. Entender que se está comendo pelas emoções é o caminho para resolver esse problema e, ainda, evitar que ele possa se transformar em algo ainda mais complexo, como um transtorno alimentar.
O segundo passo é transformar o ato de cuidar da saúde mental em sua prioridade. Para isso, capriche não só em uma alimentação mais equilibrada, mas também na busca por diminuir o estresse e reduzir os gatilhos que interferem em seu apetite.
Algumas formas interessantes de fazer isso acontecer são:
- praticar exercícios físicos com regularidade;
- contar com uma rede de apoio;
- investir em uma atividade de lazer (é a hora perfeita para fazer algo que você sempre quis!);
- buscar meios de distrair a mente.
O tratamento psicológico não é uma via de mão única. Você precisa agir e seguir as recomendações passadas pelo profissional que acompanha o seu caso. Vocês vão discutir sobre os resultados e fazer alterações em parceria quando for necessário.
Como pudemos ver, a fome emocional pode estar associada a uma grande variedade de problemas de saúde e tem o poder de impactar negativamente nossa qualidade de vida. Então, se necessário, busque um tratamento adequado.
Aproveitando, confira alguns dos principais impactos da ansiedade em nosso bem-estar. Esse problema deve ser abordado com responsabilidade e urgência, para que os pacientes se sintam melhor e possam resgatar o controle sobre suas vidas.
Revisão técnica: Alexandre R. Marra, pesquisador do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEP) e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein (FICSAE).