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Omeprazol: conheça os efeitos desse remédio gástrico

Atualizado em 10/02/2025
Tempo de leitura: 2 minutos

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Pessoa sentada com as mãos região do abdômen demonstrando desconforto por problemas gástricos.

O omeprazol pertence a um grupo de medicamentos conhecidos como “inibidores da bomba de prótons” e age bloqueando a produção de ácido gástrico. Por isso, pode ser indicado no tratamento de diversas condições caracterizadas pelo excesso de acidez no estômago, tais como:

  • Úlceras estomacais não cancerosas;
  • Doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) e dispepsia;
  • Úlcera duodenal ativa;
  • Síndrome de Zollinger-Ellison; 
  • Esofagite erosiva.

Em alguns casos, o remédio serve para proteção da mucosa gástrica contra danos causados pelo uso de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), como ibuprofeno, ácido acetilsalicílico e naproxeno. Em conjunto com antibióticos, ele também pode auxiliar contra infecções por Helicobacter pylori.

Como usar o omeprazol 

Disponível como suspensão oral, cápsula e comprimido, o omeprazol é considerado um medicamento isento de prescrição e, como tal, pode ser comercializado livremente pelas farmácias. O efeito do medicamento costuma demorar alguns dias para se fazer notar. 

Vale lembrar, no entanto, que a automedicação não é uma prática indicada, e a recomendação é sempre fazer uso de remédios com acompanhamento de um profissional da saúde, especialmente se não houve melhora dos sintomas. 

Efeitos colaterais

Dentre os efeitos colaterais mais comumente relatados pelos pacientes tratados com o omeprazol estão:

  • Dor de cabeça;
  • Náusea;
  • Vômito;
  • Diarreia;
  • Constipação;
  • Flatulência;

Contraindicações

Pessoas que já sofreram com reações alérgicas desencadeadas por qualquer ingrediente presente na formulação do omeprazol devem buscar tratamentos alternativos a ele. 

Além disso, ele deve ser evitado por indivíduos que já fazem tratamento com outros remédios que contenham a rilpivirina (muito comum nos cuidados contra o HIV). O paciente pode correr o risco de interação das substâncias, gerando ineficácia e riscos de efeitos colaterais graves.


Revisão técnica: Erica Maria Zeni (CRM 140.238/ RQE 75645), clínica geral e médica paliativista do corpo clínico Hospital Israelita Albert Einstein e do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo. Possui graduação e residência Clínica Médica pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e residência Medicina Interna pela Universidade de São Paulo (USP). Pós graduação em Cuidados Paliativos pelo Instituto Pallium Latinoamerica Medicina Paliativa, Buenos Aires, Argentina.

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