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Prednisona: quando e como usar esse corticoide? Conheça as orientações

Atualizado em 10/07/2026
Tempo de leitura: 2 minutos

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Um frasco azul utilizado para acondicionar medicamentos aberto e comprimidos espalhados sobre uma superfície azul claro.

A prednisona é um medicamento corticoide que pertence à classe dos glicocorticoides. Ela é usada para combater vários problemas de saúde: reações alérgicas, inflamações e até condições crônicas e após transplantes. 

A prednisona é usada para tratar doenças como:

  • Insuficiência adrenocortical;
  • Hiperplasia adrenal congênita;
  • Tireoidite não supurativa;
  • Osteoartrite;
  • Artrite;
  • Miosite lúpus;
  • Cardite;
  • Dermatite;
  • Micose;
  • Psoríase;
  • Rinite;
  • Asma;
  • Conjuntivite alérgica;
  • Úlcera alérgica; 
  • Síndrome de Loeffler;
  • Tuberculose;
  • Anemia.

Como usar a prednisona?

A prednisona é comercializada em farmácias com tarja vermelha, ou seja, só pode ser vendida com prescrição médica. A receita deve conter o tempo e a frequência de seu uso indicados.

Pode ser consumida tanto como um comprimido quanto como suspensão oral. Em ambos os casos, recomenda-se comer alimentos antes da sua ingestão para ajudar a diminuir uma possível sensação de desconforto gastrointestinal.

Efeitos colaterais

Além do já citado desconforto gastrointestinal, a prednisona também pode acarretar alguns outros efeitos colaterais:

  • Insônia;
  • Alterações de humor;
  • Sudorese;
  • Aumento do apetite e possível ganho de peso gradual;
  • Pele seca;
  • Acne;
  • Formação de hematomas ou descoloração da pele;
  • Cicatrização lenta de feridas;
  • Dor de cabeça;
  • Tontura;
  • Náusea;
  • Dor de estômago;
  • Inchaço (especialmente nos braços, pernas, rosto, pescoço, seios e cintura).

Contraindicações

A prednisona é contraindicada a pacientes alérgicos a glicocorticoide, bem como a qualquer componente da formulação desse medicamento. Vale lembrar que, antes de tomar qualquer remédio, é de extrema importância ler a bula e tirar dúvidas com seu médico, caso elas apareçam. 

Também devem ter cuidado pessoas com histórico de doenças hepáticas, renais, cardíacas ou de tireoide, além de diabetes, malária, tuberculose, osteoporose, glaucoma, catarata, úlcera estomacal, distúrbio muscular e depressão. Caso esse seja o seu caso, comunique a equipe profissional para reavaliação da abordagem de tratamento. 

O medicamento pode interagir com algumas vacinas e, assim, ter seu efeito prejudicado. Portanto, recomenda-se evitar a imunização durante o período em que ele estiver sendo utilizado. 


Revisão técnica: João Roberto Resende Fernandes (CRM-SP 203006/RQE 91325), médico do Pronto Atendimento e Corpo Clínico, especialista em Clínica Médica do Hospital Israelita Albert Einstein. 

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