Quem nunca começou a sentir uma dor e decidiu, por conta própria, tomar uma dose de um analgésico que já tinha em casa? Essa prática é conhecida como “automedicação” e, por mais inofensiva que possa parecer, pode acarretar diversas consequências à saúde. Entre os riscos estão reações alérgicas, dependência química e até morte.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a automedicação é aceita quando se trata de uma medida de autocuidado, e não autoprescrição. Isso significa que ela só deve ocorrer quando a pessoa:
- Já foi bem orientada por um profissional da saúde em relação ao uso daquele medicamento específico;
- Conhece os sintomas e as causas do problema que está apresentando;
- Sabe os efeitos daquele medicamento no seu corpo.
Mesmo nesses casos, porém, a automedicação não substitui a avaliação feita por um médico. Esses profissionais são treinados para avaliar cada caso e decidir a conduta terapêutica mais adequada.




