A Medicina de Precisão tem três principais pilares:
- Assinatura genética;
- Meio ambiente;
- Estilo de vida.
Ela parte do princípio de que, a partir da análise de características biológicas (em particular, os genes), de hábitos de vida e de outros fatores daquela pessoa, é possível delinear estratégias ideais de prevenção, rastreamento e tratamento de doenças. Uma perspectiva que, aliás, é levada a sério no Einstein – e integrada em sua estrutura.
Atualmente, a organização possui mais de uma dezena de Centros de Excelência em Medicina Personalizada (CEMPs), cada qual focado em uma condição de saúde ou área de especial interesse. Há grupos específicos para câncer de pulmão, Alzheimer, cardiogenética, saúde maternofetal, esclerose múltipla, entre outros”, enumera Moura. A meta é ampliar para cerca de 70 nos próximos anos.
Cada um desses centros conta com ultraespecialistas médicos e também outros profissionais de dados. Por exemplo: engenheiros e cientistas de dados, que avaliam as informações disponíveis de pesquisas e da própria organização para dar suporte à criação de diretrizes de personalização do cuidado. Esses guias, por sua vez, são disponibilizados para os médicos do Einstein, o que ajuda na tomada de decisões.
Esses centros também oferecem suporte aos profissionais e trazem perspectivas para que a organização como um todo se mantenha atualizada e adote as práticas mais modernas dessa tendência.
A Medicina de Precisão, hoje, apoia-se em quatro pilares – são os 4Ps.