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Tomar remédio para dormir é seguro? Entenda os riscos

Atualizado em 05/01/2026
Tempo de leitura: 1 minutos

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 Pessoa idosa deitada em uma cama com um frasco de medicamento para dormir nas mãos.

A dificuldade para dormir tornou-se um problema recorrente entre pessoas de diferentes faixas etárias. Com isso, aumentou a busca por soluções rápidas, como medicamentos. Mas será que esses remédios realmente fazem bem?

Vídeo: Tomar remédio para dormir é seguro?

O consumo a longo prazo desses fármacos, na verdade, pode ser prejudicial ao cérebro. Estudos mostram que essas medicações podem alterar o funcionamento dos neurônios, na região da memória, aumentando o risco de uma doença neurodegenerativa.

Por isso, seu uso deve sempre ser orientado por um médico, de acordo com a indicação a cada caso. Também é preciso entender, primeiro, de onde vem a dificuldade para dormir.

Um sintoma, várias causas

O ponto de partida para enfrentar a insônia é compreender seu tipo. Há quem tenha dificuldade para iniciar o sono, quem desperte várias vezes ao longo da noite e quem simplesmente não consiga manter um ritmo regular.

Cada uma dessas situações pode estar relacionada a causas diferentes, desde alterações neurológicas até comportamentos cotidianos aparentemente inofensivos. Daí a importância de ir a uma consulta médica quando o problema se torna frequente.

Entre os fatores comportamentais mais comuns está a desorganização do ritmo biológico. Dormir e acordar em horários irregulares, cochilar muito durante o dia e manter níveis altos de estímulo cerebral à noite (como jogos, redes sociais ou programas de televisão agitados) prejudicam a transição natural para o sono.

Higiene do sono

Para ter uma boa noite de descanso, o cérebro precisa de um processo gradual de desaceleração e uma forma de garantir isso é praticar a chamada higiene do sono. Esse conjunto de medidas inclui evitar telas antes de dormir, manter o quarto escuro, estabelecer rotinas previsíveis e respeitar o próprio relógio biológico.

Mudanças de hábitos como essas já são capazes de combater os casos de insônia de maneira natural. Quando elas não bastam, porém, vale consultar-se com um médico especialista para saber a melhor forma de tratar.

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