Einstein desenvolve uma área robusta de Ensino, que está preparando profissionais e a própria organização para os desafios de saúde que se desenham.
Clínica Mayo, Johns Hopkins, MD Anderson Cancer Center, o próprio Einstein… Hospitais de referência têm investido consideravelmente para fortalecer suas estruturas de Ensino. “Qualquer organização de saúde que queira estar na fronteira do conhecimento deve aprender continuamente”, diz Alexandre Holthausen Campos, diretor-superintendente de Ensino e Consultoria do Einstein. “Nós precisamos aprender individualmente, com colaboradores motivados para se atualizar e conhecer mais, e coletivamente, inclusive com mecanismos de ensino que nos ajudem a navegar pelas tendências que surgem”, completa.
Ora, o setor de saúde atravessa constantes transformações, com novas descobertas e tecnologias interferindo em cada etapa da rotina. Na década de 1990, por exemplo, robôs eram uma raridade em centros hospitalares modernos. Hoje, ocupam as salas cirúrgicas, ajudam na dispensação de medicamentos, transportam itens pelos corredores, dão instruções para pacientes internados, ajudam na reabilitação por meio de exoesqueletos…
Diante desse movimento, é possível terceirizar a busca por conhecimento — frequentando instituições de ensino e outros espaços similares que formem profissionais para o convívio com esses robôs — ou criar estruturas que produzam aprendizado.












