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Busca contínua por aprendizado fomenta transformações positivas em hospitais de excelência
Ensino

Busca contínua por aprendizado fomenta transformações positivas em hospitais de excelência

Einstein desenvolve uma área robusta de Ensino, que está preparando profissionais e a própria organização para os desafios de saúde que se desenham.

Clínica Mayo, Johns Hopkins, MD Anderson Cancer Center, o próprio Einstein… Hospitais de referência têm investido consideravelmente para fortalecer suas estruturas de Ensino. “Qualquer organização de saúde que queira estar na fronteira do conhecimento deve aprender continuamente”, diz Alexandre Holthausen Campos, diretor-superintendente de Ensino e Consultoria do Einstein. “Nós precisamos aprender individualmente, com colaboradores motivados para se atualizar e conhecer mais, e coletivamente, inclusive com mecanismos de ensino que nos ajudem a navegar pelas tendências que surgem”, completa.

Ora, o setor de saúde atravessa constantes transformações, com novas descobertas e tecnologias interferindo em cada etapa da rotina. Na década de 1990, por exemplo, robôs eram uma raridade em centros hospitalares modernos. Hoje, ocupam as salas cirúrgicas, ajudam na dispensação de medicamentos, transportam itens pelos corredores, dão instruções para pacientes internados, ajudam na reabilitação por meio de exoesqueletos

Diante desse movimento, é possível terceirizar a busca por conhecimento — frequentando instituições de ensino e outros espaços similares que formem profissionais para o convívio com esses robôs — ou criar estruturas que produzam aprendizado.

“Nenhuma organização produz tudo o que aprende, mas temos a intenção explícita de ensinar e gerar conhecimento”

Alexandre Holthausen Campos, diretor-superintendente de Ensino e Consultoria do Einstein

Seguindo o exemplo dos robôs, o Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa, do Einstein, criou, em 2021, uma graduação em Engenharia Biomédica, com capacidade para 60 alunos por ano. A bem da realidade, a Engenharia Biomédica vai além do manuseio de robôs em saúde (é possível, a partir dessa formação, trabalhar com Inteligência Artificial, bioimpressão, dispositivos eletrônicos vestíveis etc).

Porém, ao criar essa graduação, o Einstein desenvolve um ambiente propício para a geração de conhecimento na área. Alunos podem encontrar posições dentro da organização ou, com a orientação de professores e outros profissionais, contribuir para o desenvolvimento dessa tendência da Medicina.

Não à toa, a organização é aliada da Intuitive, detentora dos robôs cirúrgicos Da Vinci, ao ponto de se qualificar como um centro de treinamento oficial da marca. O Einstein, hoje, já ajuda a aprimorar os sistemas robóticos, e pretende intensificar isso com a formação de engenheiros biomédicos. Ou seja, por meio do Ensino, a organização fortalece seu ecossistema e cria o próprio futuro.

A Engenharia Biomédica se junta a outras graduações já disponíveis no Einstein de Medicina, Fisioterapia, Psicologia, Administração, Odontologia, Nutrição e Enfermagem, que inaugurou esse ramo de atuação, em 1989.

Mesmo essas formações mais tradicionais são trabalhadas de forma inovadora, pensando no futuro das profissões e nas demandas de um centro de referência. Na graduação de Medicina, por exemplo, há um peso especial para o ensino de Estatística. “Ela facilita o aprendizado de diversas outras questões, ajuda o profissional a analisar e compreender as evidências científicas e o deixa mais pronto para fazer pesquisas”, aponta Holthausen.

Ou seja, o Einstein identificou uma necessidade na formação dos médicos do futuro e da própria organização em incluir ainda mais a Ciência e a Pesquisa na rotina, até porque isso eleva a qualidade do atendimento. Diante disso, ajustou a sua graduação em Medicina para seguir preparado.

Aulas de cirurgia robótica se valem de equipamentos montados especialmente para esse fim (Foto: Egberto Nogueira)

Aulas de cirurgia robótica se valem de equipamentos montados especialmente para esse fim (Foto: Egberto Nogueira)

Orientação dos profissionais do Einstein é próxima (Foto: Egberto Nogueira)

Orientação dos profissionais do Einstein é próxima (Foto: Egberto Nogueira)

Centro de Simulação Realística aproxima alunos do que encontrarão na prática (Foto: Egberto Nogueira)

Centro de Simulação Realística aproxima alunos do que encontrarão na prática (Foto: Egberto Nogueira)

Diferentes procedimentos são praticados em ambientes preparados (Foto: Egberto Nogueira)

Diferentes procedimentos são praticados em ambientes preparados (Foto: Egberto Nogueira)
 

Contato com o que há de mais novo

A formação dos profissionais de saúde deve olhar para frente – ao menos em organizações que pretendem acompanhar as evoluções da Medicina. Isso significa apresentar aos alunos as práticas mais atualizadas, e o que está por vir. O Einstein faz isso a partir do próprio ecossistema que criou ao longo dos anos.

Ora, alunos da organização têm acesso aos laboratórios de pesquisa – que avaliam tratamentos de ponta como as CAR-T Cells –, às tecnologias incorporadas pelo hospital (como procedimentos de teranóstica), a ultraespecialistas que vem aplicando métodos inovadores contra certas doenças, a protocolos de atendimento que se valem da Inteligência Artificial para otimizar resultados, a unidades no SUS.

No mais, o Einstein possui uma infraestrutura desenvolvida, com o Centro de Simulação Realística, por exemplo. Há uma iniciativa focada em procedimentos ortopédicos, nos quais o aluno pode usar óculos de realidade virtual para treinar repetidas vezes, entre outros benefícios.

A organização também se adequa a tendências do próprio ensino, como modelos híbridos de aprendizagem, que oferecem tanto aulas presenciais como online. “Isso depende do curso, mas hoje estamos prontos para dar aulas no modelo que for mais adequado a cada situação”, destaca Holthausen.

O Einstein possui mais de 20 mil alunos pagantes em sua rede de Ensino. A meta é chegar a 70 mil em 2034

Atualmente, a organização ministra o Ensino Médio em dois locais de São Paulo: na região da Avenida Paulista e em uma escola própria construída em Paraisópolis — nesse último, gratuitamente.

Na Paulista, o aluno pode escolher, em paralelo ao ensino regular, uma formação técnica como auxiliar de enfermagem ou auxiliar administrativo. Em Paraisópolis, o itinerário técnico é focado na segunda opção, pelo maior leque de opções de emprego a partir daí.

Hoje, o Einstein possui centros de Ensino no Rio de Janeiro, em Minas Gerais e em Goiás.

Aula de Ensino Médio na escola construída pelo Einstein, em Paraisópolis (Foto: Egberto Nogueira)

Aula de Ensino Médio na escola construída pelo Einstein, em Paraisópolis (Foto: Egberto Nogueira)

Aula de Ensino Médio na unidade de Ensino na região da Paulista (Foto: Egberto Nogueira)

Aula de Ensino Médio na unidade de Ensino na região da Paulista (Foto: Egberto Nogueira)

Edifício de Belo Horizonte (MG) onde o Einstein oferece diferentes cursos (Foto: Arquivo do Einstein)

Edifício de Belo Horizonte (MG) onde o Einstein oferece diferentes cursos (Foto: Arquivo do Einstein)

Centro de Ensino em Goiânia (GO) capacita profissionais de áreas diversas (Foto: Arquivo do Einstein)

Centro de Ensino em Goiânia (GO) capacita profissionais de áreas diversas (Foto: Arquivo do Einstein)

Espaço de Ensino do Einstein no Rio de Janeiro (Foto: Arquivo do Einstein)

Espaço de Ensino do Einstein no Rio de Janeiro (Foto: Arquivo do Einstein)

Contato com o que há de mais novo

A formação dos profissionais de saúde deve olhar para frente – ao menos em organizações que pretendem acompanhar as evoluções da Medicina. Isso significa apresentar aos alunos as práticas mais atualizadas, e o que está por vir. O Einstein faz isso a partir do próprio ecossistema que criou ao longo dos anos.

Ora, alunos da organização têm acesso aos laboratórios de pesquisa – que avaliam tratamentos de ponta como as CAR-T Cells –, às tecnologias incorporadas pelo hospital (como procedimentos de teranóstica), a ultraespecialistas que vem aplicando métodos inovadores contra certas doenças, a protocolos de atendimento que se valem da Inteligência Artificial para otimizar resultados, a unidades no SUS.

No mais, o Einstein possui uma infraestrutura desenvolvida, com o Centro de Simulação Realística, por exemplo. Há uma iniciativa focada em procedimentos ortopédicos, nos quais o aluno pode usar óculos de realidade virtual para treinar repetidas vezes, entre outros benefícios.

A organização também se adequa a tendências do próprio ensino, como modelos híbridos de aprendizagem, que oferecem tanto aulas presenciais como online. “Isso depende do curso, mas hoje estamos prontos para dar aulas no modelo que for mais adequado a cada situação”, destaca Holthausen.

No primeiro ano da pandemia, os cursos de EAD receberam mais matrículas do que os presenciais, segundo o  Censo da Educação Superior 2020, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Com o fim das restrições, espera-se que o modelo híbrido ganhe força.

A Academia Digital do Einstein se destaca dentro das inovações em educação digital. Com mais de 2 900 conteúdos gratuitos e 531 mil membros, ela oferece videoaulas, infográficos, pílulas de conhecimento, testes e outros materiais em uma variedade de áreas, da imunologia à saúde bucal. Basta se cadastrar e navegar pelas opções.

Com isso, o Einstein difunde o conhecimento e se aproxima de usuários interessados em seguirem atualizados.

Estímulo a quem quer aprender

Talento atual ou capacidade de aprender: qual o fator mais importante em um colaborador? Diante das constantes mudanças no setor de saúde, gestores têm procurado cada vez mais profissionais com a segunda aptidão. No Einstein, isso é estimulado por um fluxo contínuo de aprendizado dos seus colaboradores.

“Nós oferecemos cursos, priorizando áreas estratégicas para o futuro, e valorizamos os profissionais que se engajam nas trilhas de conhecimento”, diz Holthausen. Hoje, por exemplo, a organização disponibiliza uma série de diferentes conteúdos sobre Inteligência Artificial, inclusive pós-graduações. Ao optar por uma promoção, o líder de uma área considerará a familiaridade do colaborador com o tema, e seu esforço para se educar sobre o assunto.

“Não controlamos o que a pessoa deve fazer, mas oferecemos oportunidades de trabalho em áreas nas quais priorizamos e disponibilizamos conteúdos e cursos. Com isso, direcionamos os profissionais e a organização para o futuro”, conclui Holthausen.

Uma das salas onde são ministradas aulas de graduação de Medicina, entre outros cursos, no no Instituto de Ensino e Pesquisa do Einstein (Foto: Egberto Nogueira)

Uma das salas onde são ministradas aulas de graduação de Medicina, entre outros cursos, no no Instituto de Ensino e Pesquisa do Einstein (Foto: Egberto Nogueira)

Ambiente das aulas no Instituto de Ensino e Pesquisa do Einstein é moderno (Foto: Egberto Nogueira)

Ambiente das aulas no Instituto de Ensino e Pesquisa do Einstein é moderno (Foto: Egberto Nogueira)

Alunos são acompanhados de perto pelos professores (Foto: Egberto Nogueira)

Alunos são acompanhados de perto pelos professores (Foto: Egberto Nogueira)