Unidades dedicadas – com subdivisões para diferentes partes do corpo e condições ortopédicas – marcam uma fase animadora dessa especialidade, que já se vale de robôs cirúrgicos e outras inovações
Inteligência artificial, cirurgia robótica, células-tronco… A Ortopedia não fica de fora dessas tendências. E, para isso, precisa cada vez mais de centros e de uma equipe capacitada para oferecer o melhor cuidado possível aos pacientes.
O Einstein, por exemplo, conta com unidades focadas em partes específicas do corpo, como o Centro de Excelência em Coluna. Há também equipes especializadas no tratamento de problemas do joelho, quadril, ombro, cotovelo, pé e tornozelo, além do atendimento voltado à pediatria e à oncologia ortopédica.
Para Mario Lenza, gerente médico da Ortopedia na organização, “essa subdivisão permite que os profissionais se aprofundem em suas áreas de interesse, garantindo excelência no tratamento e na produção de conteúdo científico”. Não à toa, o Einstein conduz estudos com implantes autólogos de condrócitos e com células-tronco para regeneração de cartilagem, para citar dois casos.
Cada um desses grupos especializados trabalha de forma autônoma, gerando novos conhecimentos, técnicas e procedimentos, com a supervisão e suporte da equipe central. Essa é uma tendência da área: desenvolver uma estrutura descentralizada que garanta a flexibilidade e a autonomia necessárias para que os especialistas possam inovar.






