Com o uso de três plataformas robóticas exclusivas para a Ortopedia, o Einstein traz benefícios únicos aos pacientes e profissionais
Na Ortopedia do Einstein, a cirurgia robótica já é rotina – cerca de 85% dos procedimentos em joelho são feitos com robôs, por exemplo, segundo dados internos. Mas a organização vem acompanhando a tendência dessa área, que é a de oferecer diferentes equipamentos para diferentes cenários. A Ortopedia possui particularidades que nem sempre são atendidas por plataformas convencionais.
Em 2021, o Einstein adquiriu seu primeiro robô cirúrgico voltado para essa especialidade. A plataforma, da empresa Zimmer, chama-se Rosa e se destaca em cirurgias na articulação do joelho. Ela combina um planejamento pré-operatório detalhado com execução precisa durante o procedimento.
O robô Rosa

O robô Rosa é usado para cirurgias de joelho
Crédito: Egberto Nogueira/ímãfotogaleria

Uso da estrutura do equipamento em uma cirurgia
Crédito: Egberto Nogueira/ímãfotogaleria

Navegação durante a cirurgia com o robô Rosa
Crédito: Egberto Nogueira/ímãfotogaleria
Já em 2024, a organização trouxe o Mazor, da Medtronic, para suas instalações. Essa tecnologia é específica para cirurgias de coluna, especialmente àquelas de fixação e correção de deformidades – como escoliose e fraturas.
O robô guia a passagem dos parafusos, minimizando o risco de lesões a estruturas vitais, como nervos e a medula espinhal. Ele também assegura a estabilidade da coluna após o procedimento. A plataforma é ainda mais benéfica em intervenções complexas, como a artrodese (que, em resumo, funde duas ou mais vértebras para, por exemplo, alinhar uma região).
Uma vantagem do uso desses robôs é a personalização. A robótica permite que a cirurgia ortopédica seja planejada com base nas especificidades anatômicas daquele indivíduo, personalizando o cuidado. Isso é feito por meio de imagens pré-operatórias, que ajudam a guiar o cirurgião e o robô.
Outro ponto importante é a precisão. Nesses procedimentos, erros minúsculos podem ter consequências críticas – e o uso da robótica proporciona cortes ósseos mais precisos e posicionamentos de próteses e parafusos em encaixes milimetricamente calculados.
“Nós oferecemos recursos para os cirurgiões operarem e terem a liberdade de escolha, a depender da plataforma na qual se sentem mais à vontade”
Mário Lenza, gerente médico da Ortopedia do Einstein
Tudo isso não só contribui para a longevidade das próteses e a estabilidade das articulações, como para a recuperação do paciente. Nas cirurgias robóticas, as incisões são menores, o que pode gerar menos trauma nos tecidos e um risco reduzido de complicações pós-operatórias.
Além disso, contar com mais de uma plataforma aproxima os profissionais que atuam no Einstein de diferentes tecnologias, o que os mantêm preparados e atualizados para as inovações do momento. “Queremos ampliar o uso dos robôs para trazermos essas vantagens a ainda mais pessoas”, afirma Isabella Paião, coordenadora do Programa de Ortopedia do Einstein.
Preparo profissional
Em um estudo publicado na revista Computational and Structural Biotechnology Journal, a equipe de Ortopedia do Einstein analisou a curva de aprendizado dos cirurgiões para a artroplastia total de joelho, a troca completa da articulação por uma prótese, assistida por robô. A partir daí, notaram que a habilidade e a aptidão do indivíduo para se adaptar ao sistema robótico desempenham papéis essenciais no tempo e sucesso da cirurgia. E isso tem a ver com treinamento e capacitação – uma tendência fundamental nessa seara.
Segundo a pesquisa, médicos com certificação para realizar procedimentos com robôs conseguiram reduzir o tempo dos procedimentos após aproximadamente 30 a 40 cirurgias.
Usualmente, os treinamentos são realizados pelos próprios fornecedores dos sistemas. Mas o Einstein também está criando plataformas de ensino que consigam abranger todo o processo, inclusive a parte prática. Esse olhar para o ensino, a capacitação e a pesquisa ajuda a organização a adotar novas tecnologias e processos precocemente. É uma forma de trazer o melhor cuidado para o paciente e um suporte de excelência para os profissionais.
O robô Mako

A plataforma Mako é usada para cirurgias de prótese de joelho e quadril
Crédito: Egberto Nogueira/arquivo do Einstein/Imaz

Planejamento da cirurgia com uso de informações da tomografia computadorizada
Crédito: Egberto Nogueira/arquivo do Einstein/Imaz

Uso da estrutura do robô em cirurgia
Crédito: Egberto Nogueira/arquivo do Einstein/Imaz

Acompanhamento da cirurgia com imagens da tomografia computadorizada
Crédito: Egberto Nogueira/arquivo do Einstein/Imaz
Já em 2024, a organização trouxe o Mazor, da Medtronic, para suas instalações. Essa tecnologia é específica para cirurgias de coluna, especialmente àquelas de fixação e correção de deformidades – como escoliose e fraturas.
O robô guia a passagem dos parafusos, minimizando o risco de lesões a estruturas vitais, como nervos e a medula espinhal. Ele também assegura a estabilidade da coluna após o procedimento. A plataforma é ainda mais benéfica em intervenções complexas, como a artrodese (que, em resumo, funde duas ou mais vértebras para, por exemplo, alinhar uma região).
Uma vantagem do uso desses robôs é a personalização. A robótica permite que a cirurgia ortopédica seja planejada com base nas especificidades anatômicas daquele indivíduo, personalizando o cuidado. Isso é feito por meio de imagens pré-operatórias, que ajudam a guiar o cirurgião e o robô.
Outro ponto importante é a precisão. Nesses procedimentos, erros minúsculos podem ter consequências críticas – e o uso da robótica proporciona cortes ósseos mais precisos e posicionamentos de próteses e parafusos em encaixes milimetricamente calculados.
“Nós oferecemos recursos para os cirurgiões operarem e terem a liberdade de escolha, a depender da plataforma na qual se sentem mais à vontade”
Mário Lenza, gerente médico da Ortopedia do Einstein
Tudo isso não só contribui para a longevidade das próteses e a estabilidade das articulações, como para a recuperação do paciente. Nas cirurgias robóticas, as incisões são menores, o que pode gerar menos trauma nos tecidos e um risco reduzido de complicações pós-operatórias.
Além disso, contar com mais de uma plataforma aproxima os profissionais que atuam no Einstein de diferentes tecnologias, o que os mantêm preparados e atualizados para as inovações do momento. “Queremos ampliar o uso dos robôs para trazermos essas vantagens a ainda mais pessoas”, afirma Isabella Paião, coordenadora do Programa de Ortopedia do Einstein.
Preparo profissional
Em um estudo publicado na revista Computational and Structural Biotechnology Journal, a equipe de Ortopedia do Einstein analisou a curva de aprendizado dos cirurgiões para a artroplastia total de joelho, a troca completa da articulação por uma prótese, assistida por robô. A partir daí, notaram que a habilidade e a aptidão do indivíduo para se adaptar ao sistema robótico desempenham papéis essenciais no tempo e sucesso da cirurgia. E isso tem a ver com treinamento e capacitação – uma tendência fundamental nessa seara.
Segundo a pesquisa, médicos com certificação para realizar procedimentos com robôs conseguiram reduzir o tempo dos procedimentos após aproximadamente 30 a 40 cirurgias.
Usualmente, os treinamentos são realizados pelos próprios fornecedores dos sistemas. Mas o Einstein também está criando plataformas de ensino que consigam abranger todo o processo, inclusive a parte prática. Esse olhar para o ensino, a capacitação e a pesquisa ajuda a organização a adotar novas tecnologias e processos precocemente. É uma forma de trazer o melhor cuidado para o paciente e um suporte de excelência para os profissionais.
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