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Para que serve a bilastina? Entenda as indicações do antialérgico

Atualizado em 07/01/2026
Tempo de leitura: 1 minutos

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O novo antialérgico que alivia rinite e urticária bloqueando a histamina. Menor sonolência e uso sob prescrição médica.

A bilastina é um medicamento pertencente à classe dos anti-histamínicos de segunda geração, que oferece alívio prolongado dos sintomas alérgicos, com menor risco de causar sonolência. É indicada principalmente para o tratamento da rinite alérgica, rinoconjuntivite e urticária, podendo auxiliar no controle de sintomas alérgicos associados a quadros sinusais.

Por bloquear a ligação da histamina aos receptores H1 — substância que, quando liberada em excesso, desencadeia reações alérgicas —, o medicamento interrompe a cascata inflamatória típica dessas condições. Assim, reduz espirros, coriza, coceira nasal e ocular, congestão, lacrimejamento e a vermelhidão (eritema) das lesões de urticária.

Como usar a bilastina

Classificada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como medicamento de tarja vermelha, a bilastina só pode ser comercializada mediante prescrição médica. O uso deve seguir rigorosamente a orientação profissional, pois a automedicação pode comprometer a eficácia do tratamento e aumentar o risco de efeitos adversos.

Efeitos colaterais

No geral, os efeitos colaterais da bilastina incluem:

  • Dor de cabeça;
  • Sonolência leve;
  • Tontura;
  • Fadiga.

Mais raramente, o usuário também pode manifestar:

  • Náusea;
  • Dor abdominal (epigastralgia);
  • Boca seca;
  • Aumento do apetite;
  • Reativação de herpes labial.

Contraindicações

A bilastina é contraindicada para:

  • Pessoas com hipersensibilidade à substância ou a componentes da fórmula;
  • Crianças menores de 12 anos (comprimidos) ou menores de 6 anos (xarope);
  • Pacientes com insuficiência renal moderada ou grave em uso concomitante de medicamentos como cetoconazol, eritromicina, ciclosporina, ritonavir ou diltiazem.

Pela ausência de dados suficientes sobre segurança em gestantes e lactantes, o uso nesses grupos deve ocorrer apenas quando houver indicação médica.

Revisão técnica: João Roberto Resende Fernandes (CRM-SP 203006/RQE 91325), especialista em Clínica Médica e médico do pronto-atendimento e corpo clínico do Einstein Hospital Israelita

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