A neurocirurgia avança com a precisão como principal foco – só assim para garantir o sucesso de abordagens invasivas em um órgão onde milímetros mudam o desfecho do tratamento
No cérebro, as cirurgias precisam ser especialmente precisas. E a precisão é alcançada com equipes experientes, equipamentos de ponta e a integração de diversas áreas e profissionais. Três pontos que o Einstein domina – não à toa, é uma referência na neurocirurgia.
Um exemplo que toca nesses quesitos é a estimulação cerebral profunda, conhecida por sua sigla em inglês, DBS (“deep brain stimulation”). A abordagem em si não é nova: ela começou a ser aplicada ainda nos anos 1990 para melhorar a qualidade de vida de pacientes com Parkinson. Contudo, os avanços nos últimos anos são notáveis – e proporcionam uma expansão do uso da técnica para outros distúrbios neurológicos, como a epilepsia.





